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Rede Cegonha chega a todas as regiões catarinenses

Equipe da Secretaria de Estado da Saúde, do Ministério da Saúde e representantes de um movimento voluntário que busca uma maior humanização dos partos realizados em Santa Catarina se reuniram, nesta quinta-feira, 18, no gabinete do secretário-adjunto de Estado da Saúde, Acélio Casagrande. O assunto tratado foi a implantação da Rede Cegonha em todo o território catarinense, que acontece em agosto, quando o Estado receberá recursos do Ministério da Saúde para custeio e investimentos em unidades de saúde de todas as regiões do Estado.

Mayra Calvette, a enfermeira que acompanhou os dois partos da modelo Gisele Bündchen, participa de um movimento voluntário em prol do parto humanizado em Santa Catarina e, por isso, participou da reunião. Ela está ajudando a equipe da Saúde nos projetos da Rede Cegonha – um programa do Ministério da Saúde que libera recursos para os estados investirem em cuidados com gestantes e bebês.

Três regiões catarinenses já recebem recursos da Rede Cegonha para melhoria do atendimento à gestante e ao bebê. A Grande Florianópolis, Planalto Norte e Nordeste recebem, mensalmente, R$ 1 milhão desde dezembro de 2012 para custeio de parto e nascimento em hospitais. A partir de agosto, todo o Estado será contemplado. E, quando toda a rede estiver em funcionamento, a previsão é de que o Estado receba R$ 75,8 milhões. Com os recursos, serão construídos, no total, cerca de 200 leitos pelo Estado, além de 14 casas para gestantes e mães com seus bebês e 24 centros de partos normais.

A Secretaria de Estado da Saúde elaborou 13 planos de ação, envolvendo pré-natal e nascimento dos bebês. Esses projetos estão sob a avaliação do Ministério da Saúde e a publicação da portaria está prevista para agosto.

“O objetivo maior disso tudo é humanizar os partos, reduzir ainda mais a mortalidade materna e infantil e aumentar o número de partos normais”, explica Acélio Casagrande.

Em Santa Catarina, 60,7% dos partos feitos em 2012 foram cesarianas. No Brasil, a média foi de 53%. E a Organização Mundial de Saúde recomenda que esse percentual seja entre 15% e 20%. “Ou seja, há muito a trabalhar”, diz o secretário-adjunto da Saúde. A previsão é de que na segunda quinzena de agosto seja feita a contratualização com os hospitais, com liberação dos recursos.

O que a Rede Cegonha vai trazer para Santa Catarina:

– 80 leitos de gestação de alto risco

– 17 leitos de UTI neonatal

– 65 leitos de cuidados intensivos neonatal

– 43 leitos de cuidado neonatal na modalidade canguru

– 14 casas para gestante, bebê e puérpera (extensão dos hospitais referência em gestação de alto risco, as casas serão construídas para hospedar gestantes de alto risco e mães com bebê na UTI)

– 24 centros de parto normais (para que o bebê nasça com segurança e com o mínimo de intervenção – o chamado parto humanizado).

Informações adicionais:
Ana Paula Bandeira
Secretaria de Estado da Saúde
Telefone: (48) 9113-6065
E-mail: anap@saude.sc.gov

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