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Programas do Governo do Estado que fortalecem mercado de trabalho contribuem para o pleno emprego em SC

Foto: Maurício Vieira / Arquivo / Secom GOVSC

Santa Catarina vive uma situação de pleno emprego, o estado tem a menor taxa de desemprego do país (2,8%). O índice foi constatado no último mês de janeiro. Ao mesmo tempo, a indústria vem avançando nas frentes de tecnologia, maquinários, nos equipamentos e a qualificação profissional é cada vez mais necessária. A mais recente pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta a necessidade de 950 mil novas formações até 2027 só para o setor industrial catarinense. Pensando nisso, o governador Jorginho Mello criou o CaTec – Catarinense Técnico e o Universidade Gratuita, dois programas voltados à formação do jovem e consequente absorção pelo mercado de trabalho.

“Se fosse um país, Santa Catarina estaria entre os mais desenvolvidos. O que dá certo em Santa Catarina é ensinar a pescar ao invés de dar o peixe. Com o Universidade Gratuita, o Estado paga para o estudante que não passou em uma pública e quer fazer o ensino superior na particular. Daí ao invés dele fazer o curso que cabe no bolso, ele faz o curso que o sonho alcança. O Catec também é outra opção para inclusão no mercado de trabalho, ao mesmo tempo que ajuda a indústria e o empresário a ter mão de obra qualificada. O nosso diálogo com a Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina) permite mapear as necessidades regionais e direcionar os cursos técnicos para aquela determinada região que mais precisa”, explicou o governador Jorginho Mello.

Foto: Marco Favero/ Arquivo / Secom GOVSC

Até o momento, o programa Universidade Gratuita já concedeu 41.707 benefícios e as inscrições estão abertas para o primeiro semestre de 2025. Já o Catec ultrapassou a marca de 29 mil matriculados nas 10 opções de cursos técnicos. E agora em abril, a Secretaria de Estado da Educação disponibilizou mais 4,7 mil novas vagas e amplia as oportunidades para 14 cursos, nas áreas de tecnologia, produção alimentícia, produção industrial e infraestrutura.

De acordo com o gerente de Educação Profissional do SENAI/SC, Rômulo Azevedo, das 950 mil vagas necessárias projetadas pela CNI, 800 mil formações vão passar por uma requalificação por já fazerem parte da mão de obra da indústria. O executivo reconhece as iniciativas de educação do governo como fundamentais para tentar suprir as demandas do setor.

“Entendemos que é uma iniciativa muito importante, desde que bem estruturada, como o governo está se propondo a fazer, com entidades parceiras para que estas formações tenham conexão com a demanda do mercado de trabalho. De nada adianta a gente fazer a formação técnica por fazer, por dizer que tem um curso técnico e, de repente, a vaga de trabalho naquela região ser um setor totalmente diferente. Então, quando o governo busca entidades parceiras, possibilidades de parcerias, articulações e ouvir o setor produtivo, com certeza os frutos serão mais bem concebidos”, explica Azevedo.

Além da Educação, o estado também estimula o emprego em outras frentes: com o programa CNH Emprego na Pista, para que os profissionais tirem ou mudem de categoria na carteira de habilitação e cresçam profissionalmente; na agricultura, com o Safra Garantida, que assegura a quem produz o pagamento mínimo da produção em caso de intercorrências climáticas.

O secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, SIlvio Dreveck, lembra que Santa Catarina é o estado que mais cresce no Brasil, com o PIB ( Produto Interno Bruto) em 5.7%, em 2024.

“Acredito que a somatória desses investimentos no conhecimento, na educação, na ciência, na tecnologia, na inovação vão elevar Santa Catarina, como diz o governador Jorginho Mello, aumentando a régua do conhecimento no Estado. Estamos otimistas com relação a 2025 de continuar crescendo e também buscando mais conhecimento, mais inovação para fazer com que essas pessoas tenham oportunidades, inclusive aumentando seu poder aquisitivo. Quando se tem conhecimento, quando se tem qualificação, você ganha mais. E esse é um dos objetivos que nós temos em Santa Catarina”, argumentou Dreveck.