Equipe da Eletrosul faz visita técnica à Celesc G
A necessidade de estabelecer a gestão eletrônica integrada de informações ambientais e fundiárias para a Geração e para as Linhas de Transmissão da Eletrosul fez com que 10 funcionários estivessem nesta terça-feira, 26, na Celesc Geração para conhecer detalhes do Sistema de Informações Geográficas (SIG) implantado há um ano e meio na Celesc. Eles foram recebidos por Rodrigo Amaral, da VisãoGeo, e Ana Maria Mello Peixoto, da Divisão de Meio Ambiente da Celesc G.
Cleice Edinara Hübner, geógrafa do Comitê de Geoprocessamento revelou que a ideia é desenvolver algo semelhante para a Eletrosul. No momento, a empresa dispõe de infraestrutura, mas não dispõe de um serviço fundiário e ambiental baseado em um Sistema de Informações Geográficas (SIG) como o da Celesc. A Eletrosul tem a intenção contratar o serviço para implantar um sistema com recursos de geoprocessamento.
Este tipo de tecnologia será importante para a Geração e para a Transmissão. “Eu já conhecia um pouco o sistema, e a visita serviu para obter informações técnicas para os profissionais das áreas de operação, de Tecnologia da Informação, de patrimônio e geoprocessamento”, observou.
A geógrafa lembrou o Encontro Nacional de Geoprocessamento do Setor Elétrico, ocorrido em maio deste ano, quando a Celesc G e a VisãoGeo foram premiadas como um dos cinco melhores cases do evento de Foz do Iguaçu. O SIG com imagens de satélite e os documentos relacionados a um empreendimento de geração qualquer chamou a atenção dela.
Com o sistema, a gestão territorial das usinas hidrelétricas da Celesc G ganhou agilidade, rapidez, segurança, confiabilidade e controle sobre os dados das usinas – em termos técnicos, tributários e ambientais. Antes havia grande dificuldade de acessar a informação – disponível somente em arquivos físicos, analógicos – sem qualquer tipo de informação geoespacial dos terrenos.
Demandas Iguais
Muitas empresas tinham problemas para gerenciar tais questões – os famosos problemas das planilhas Excel, com a perda de dados, informações em papel, sem qualquer unicidade sistemática ou georreferencial, observa Rodrigo Oliveira, também da VisãoGeo.
Além disso, os processos e arquivos físicos dificultavam a organização e o manuseio das informações, gerando duplicidade de dados, com malotes para cá e para lá. “Os relatórios eram mensais pelo tempo gasto para reunir manualmente todos os dados. Hoje é instantâneo, sai na hora”, ponderou ele.
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